Além de agir contra a liberdade de informação e o direito a sermos informados, que está garantido pela Constituição e pela lei, a comunicação social trata pessoas abaixo de animais.
Alguns exemplos de notícias relacionadas com animais.
Eles falam nisto mas por vezes não falam nas vítimas humanas esquecidas pela comunicação social.
Como a comunicação social controla ilegalmente e pela calada o que devemos saber como acontece em regimes autoritários e ditaduras, mostram uma parte do que os outros fazem de errado, mas não o que eles fazem de errado. E dificilmente alguém o consegue fazer. Assim eles são santos! Eles apontam o dedo a todos menos a eles.
Em Portugal os jornalistas que nem sequer foram eleitos, auto-nomearam-se os donos da informação, da verdade, de tudo. Eles não são como o comum dos mortais que fazem coisas correctas e incorrectas. Eles são seres superiores que fazem tudo bem! Mas não admira que seja assim pois eles controlam o que devemos saber e portanto não mostram o que seja contra eles nem os seus interesses, a não ser que sejam obrigados. Eles controlam e determinam quase tudo o que sabemos. Eles são os donos disto tudo! Como entenderam que controlar a informação ainda não chegava para nos manipular, pois estavam limitados ao que acontecia, passaram também a comentar o que acontece e o que outros dizem. A manipulação e a formatação é total! E alguns permitem isto. Como o mundo está atrasado no ano 2026!
Eles e os comentadores que eles chamam, analisam e comentam o que os outros fazem e dizem. Eles é que sabem o que devemos saber! Eles é que têm a noção correcta de tudo! Eles são perfeitos! Eles deviam fazer algo pelo país indo para o governo e todos os problemas do país acabavam!
Quem controla a informação, controla-nos. E há uns idiotas que gostam de serem fantoches.
"Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos. (Nelson Rodrigues)".
Eles controlam a informação ilegalmente pois em Portugal existe liberdade de informação, o que significa que a informação tem de ser do conhecimento público. E fazem isto nas nossas costas e pela calada. Eles criticam outros por falta de transparência quando eles são um mundo opaco e raramente prestam contas do que fazem nem não explicam as suas decisões. Os jornalistas questionam o que outros fazem. E quem questiona o que os jornalistas fazem? Temos aqui um problema grave de abuso de poder. E há muitos idiotas que ainda não perceberam.
Onde diz: Criticar, combater e denunciar o falso e o mau jornalismo é uma exigência ética do jornalismo e dos jornalistas, afirmou Valdemar Cruz.
Eu digo mais, criticar, combater e denunciar o falso e o mau jornalismo é uma exigência ética, humana e civilizacional de todos os cidadãos. Como é possível no ano 2025 a humanidade estar tão atrasada em áreas fundamentais!
Em Portugal não há liberdade de informação, mas conhecida por liberdade de imprensa. O que há em Portugal é liberdade para a imprensa fazer praticamente tudo o que quer. Não é isto que a lei diz, mas é isto que acontece.
Eu andei a investigar a área da comunicação social e estou a denunciar factos preocupantes nos vários posts "Um "polvo" na comunicação social" e "Comunicação social, um "cancro" na sociedade", em especial este; Um "polvo" na comunicação social (parte 7). Eu chamei "Um "polvo" na comunicação social" devido à extensão do problema, pois não inclui apenas a comunicação social.
Depois do 25 de Abril a censura passou a ser proibida e há liberdade de informação. E nisto a lei é bem clara. No entanto a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada para não sabermos uma parte do que acontece. Mas a parte mais grave é que este comportamento ilegal e lesivo para os cidadãos, tem a cobertura de algumas entidades reguladoras.
Muito grave o que se passa com a comunicação social.
A comunicação social que temos é um "cancro" na sociedade.
Na minha publicação, Artigo demolidor, vemos que a autora do artigo inicial, disse:
Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Einstein disse que a estupidez humana é infinita. Como eu o compreendo! E nisto os portugueses devem ser os campeões.
A comunicação social que temos é um "cancro" na sociedade pois em vez de só informar, também desinforma, manipula, censura, engana e estupidifica. Nós não sabemos o que acontece, mas o que eles querem porque isso é do interesse deles. Somos marionetas. Perceberam ou é complicado? Notícia passou a ser tudo e nada incluindo entretenimento e publicidade. Os noticiários passaram a ser programas para alguns ocuparem o tempo livre e se distraírem. A manipulação é tanta que temos de saber tudo o que acontece nos outros países mesmo que sejam assuntos internos desses países. Só não sabemos tudo o que acontece cá e que normalmente é o mais importante.
É preciso que o número de pessoas incultas, idiotas e que dão valor a nada, aumente. Não há almoços grátis! Acordem!
Infelizmente alguns olham para este blogue como "Um burro a olhar para um palácio". Deviam sentir-se mal. Uma pedra não sente. Este blogue é para humanos e para pessoas cultas, adultas e que não andem no mundo por verem andar os outros. Eu fui claro e assim espero o que percebam o que disse.
É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las que foram enganadas. (Mark Twain)
Pior do que um povo cego é um povo estúpido, pois o cego ainda ouve. (Kabral Araujo)
O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos. (Simone de Beauvoir)
Temos de saber tudo sobre os ficheiros Epstein, assim como o que aconteceu na Austrália.
Também temos de saber que nevou em algumas serras! E também temos de saber o que alguns que lá estavam disseram e temos de ver alguns a brincarem na neve. É isto que os jornalistas que se acham iluminados chamam de notícias!
Num dos debates para as presidenciais, a determinada altura o apresentador perguntou a um dos candidatos se ele podia elucidar os portugueses sobre um determinado assunto, como quem diz que os portugueses devem saber o que aconteceu. Mas os portugueses também têm o direito de saber o que a comunicação social censura ilegalmente e pela calada. Têm o direito de saber que estão a ser enganados, manipulados e desinformados. Têm o direito de saber como os jornalistas que se acham iluminados decidem o que eles devem e não devem saber. Os jornalistas não são os donos da informação.
Diz: Nunca tão poucos tiveram tanta capacidade de informar, desinformar e influenciar os eleitores.
Mas eles não influenciam só os eleitores, influenciam os cidadãos em geral. Somos marionetas. Eu não consegui ver o artigo todo, mas penso que a autor se está a referir às televisões.
Onde diz: Criticar, combater e denunciar o falso e o mau jornalismo é uma exigência ética do jornalismo e dos jornalistas, afirmou Valdemar Cruz.
Eu digo mais, criticar, combater e denunciar o falso e o mau jornalismo é uma exigência ética, humana e civilizacional de todos os cidadãos. Como é possível no ano 2025 a humanidade estar tão atrasada em áreas fundamentais!
Em Portugal não há liberdade de informação, mas conhecida por liberdade de imprensa. O que há em Portugal é liberdade para a imprensa fazer praticamente tudo o que quer. Não é isto que a lei diz, mas é isto que acontece.
Eu andei a investigar a área da comunicação social e estou a denunciar factos preocupantes nos vários posts "Um "polvo" na comunicação social" e "Comunicação social, um "cancro" na sociedade", em especial este; Um "polvo" na comunicação social (parte 7). Eu chamei "Um "polvo" na comunicação social" devido à extensão do problema, pois não inclui apenas a comunicação social.
Depois do 25 de Abril a censura passou a ser proibida. E nisto a lei é bem clara. No entanto a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada para não sabermos uma parte do que acontece. Mas a parte mais grave é que este comportamento ilegal e lesivo para os cidadãos, tem a cobertura de algumas entidades reguladoras.
Muito grave o que se passa com a comunicação social.
A comunicação social que temos é um "cancro" na sociedade.
Na minha publicação, Artigo demolidor, vemos que a autora do artigo inicial, disse:
Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Einstein disse que a estupidez humana é infinita. Como eu o compreendo! E nisto os portugueses devem ser os campeões.
Portugal ainda não é uma democracia porque além de outras coisas, não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia. E não há liberdade de informação porque a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada. A censura é também uma forma de desinformação. E da pior porque é feita pela calada. Infelizmente muitos ainda não perceberam que a comunicação social que temos controla e determina o que devemos saber, como acontece nos regimes onde há ditaduras.
Infelizmente alguns olham para este blogue como "Um burro a olhar para um palácio". Deviam sentir-se mal. Uma pedra não sente. Este blogue é para humanos e para pessoas cultas, adultas e que não andem no mundo por verem andar os outros. Eu fui claro e assim espero o que percebam o que disse.
É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las que foram enganadas. (Mark Twain)
Pior do que um povo cego é um povo estúpido, pois o cego ainda ouve. (Kabral Araujo)
O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos. (Simone de Beauvoir)
A manipulação na comunicação social é tanta que temos de saber tudo o que acontece no mundo. É preciso iludir e criar imagem que eles publicam tudo e não censuram nem nos andam a enganar. Só não sabemos tudo o que acontece cá e que normalmente é o mais importante. Os jornalistas que se acham iluminados decidiram que devemos saber tudo sobre o caso Epstein e falam nisto há vários dias.
Muito grave o que se passa na comunicação social. Portugal parece um país do terceiro mundo ou ainda pior. A Lei diz que os cidadãos têm o direito a serem informados e proíbe qualquer tipo ou forma de censura. Portanto temos de ser informados sobre a realidade ou o que acontece, desde que tenha relevância. Entretenimento, publicidade ou coisas banais não são notícias. Mas o que se verifica é que apenas somos informados sobre a parte que interessa à comunicação social que seja do nosso conhecimento. Assim não somos informados, mas manipulados e enganados. Há censura, a lei está a ser violada e a ERC fecha os olhos a isto e à manipulação de milhões de cidadãos. Se como indico a seguir, a defesa da liberdade de informação foi Prémio Nobel da Paz, é porque é algo importante para o bem da Humanidade. Ora a manipulação de milhões de cidadãos jamais poderia ser Prémio Nobel da Paz.
Depois de vários casos e de também ler algumas coisas, cheguei a uma conclusão bastante preocupante. Em Portugal não podemos confiar nas instituições onde há opacidade e que funcionam em sistema fechado. Isto é, o que fazem não é do conhecimento público por não aparecer na comunicação social. As instituições aproveitam isto para cometerem abusos e violarem a lei. Ninguém vai saber. Não há a quem recorrer. Uma das grandes perguntas: Quem guardará o guardião?
De facto Portugal parece um país do terceiro mundo ou ainda pior. A comunicação social criar a imagem do país que lhes interessa criar. O que eles ocultam/censuram ilegalmente e pela calada, passa a não ter acontecido. Assim somos enganados e desinformados nas nossas costas.
Também é preocupante os jornalistas aproveitarem o tempo de antena que têm praticamente ilimitado e a falta de contraditório para se auto promoverem e passarem a imagem que são santos e os nossos protectores. Eis o poder absoluto!
Maria Ressa "usa a liberdade de expressão para expor o abuso de poder, o uso da violência e o autoritarismo crescente no seu país de origem, as FIlipinas", jus fica a a Academia. Dmitry Muratov é dis nguido por há "décadas defender a liberdade de expressão na Rússia, em condições cada vez mais desafiantes".
Ressa e Muratov representam todos os jornalistas "que se erguem por este ideal num mundo em que a democracia e a liberdade de imprensa enfrentam condições cada vez mais adversas".
O presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas diz que não podia estar mais satisfeito com a atribuição deste prémio, considerando que "a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
“No mundo e em Portugal temos que estar muito atentos porque uma liberdade de imprensa forte é essencial para a democracia e para os direitos humanos”, remata Pedro Neto.
A notícia fala nas Filipinas e na Rússia, mas cá quem quiser expor abusos de poder ou lutar pela liberdade de informação, enfrenta muitas dificuldades. Isto porque além das pessoas terem pouca cultura, uma mentalidade atrasada e serem individualistas, nada lhes interessa a não ser que tenham directamente algo a ganhar com isso, a comunicação social controla quase tudo. Quando a comunicação social é uma parte importante do problema, é muito difícil denunciar algo.
A notícia também diz:
O presidente do Conselho Europeu acrescentou ainda que a atribuição do galardão pelo Comité Nobel norueguês é “um sinal importante para a liberdade de imprensa – um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Portanto Portugal ainda não é uma democracia porque não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia, um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Já que o presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas disse:
"a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
Não admira assim que a desinformação esteja neste momento a ganhar terreno!
O que anda a fazer o Sindicato dos Jornalistas e a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC)? Eles veem só o que lhes interessa ver! A ERC tem o dever de cumprir a Lei e zelar pelo interesse público.
Eu andei a investigar a área da comunicação social e estou a denunciar factos preocupantes nos vários posts "Um "polvo" na comunicação social" e "Comunicação social, um "cancro" na sociedade", em especial este; Um "polvo" na comunicação social (parte 7). Eu chamei "Um "polvo" na comunicação social" devido à extensão do problema, pois não inclui apenas a comunicação social.
Depois do 25 de Abril a censura passou a ser proibida. E nisto a lei é bem clara. No entanto a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada para não sabermos uma parte do que acontece. Mas a parte mais grave é que este comportamento ilegal e lesivo para os cidadãos, tem a cobertura de algumas entidades reguladoras.
Portugal ainda não é uma democracia porque além de outras coisas, não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia. E não há liberdade de informação porque a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada. A censura é também uma forma de desinformação. E da pior porque é feita pela calada. Infelizmente muitos ainda não perceberam que a comunicação social que temos controla e determina o que devemos saber, como acontece nos regimes onde há ditaduras.
Infelizmente alguns olham para este blogue como "Um burro a olhar para um palácio". Deviam sentir-se mal. Uma pedra não sente. Este blogue é para humanos e para pessoas cultas, adultas e que não andem no mundo por verem andar os outros. Eu fui claro e assim espero o que percebam o que disse.
É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las que foram enganadas. (Mark Twain)
Pior do que um povo cego é um povo estúpido, pois o cego ainda ouve. (Kabral Araujo)
O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos. (Simone de Beauvoir)
Montenegro teceu ainda críticas à comunicação social e ao poder judicial, deixando um aviso: "Quem conduz a política é o povo". “Não são as capas dos jornais nem os despachos de abertura de inquéritos por denúncias infundadas que conduzem a política e a democracia. Quem conduz a política é o povo e são aqueles que o povo escolhe como seus legítimos representantes”, disse, garantindo que continuará “firme a conduzir a governação do país”. "Os escrutínios jornalístico e judicial existem, são essenciais à democracia, mas também eles devem funcionar com regras. E a regra não pode ser a utilização de expedientes e muitas vezes conluios para exibir histórias mal contadas, que afinal de contas as autoridades competentes confirmam que não são verdade", continuou. “Aqueles que ultrapassam os limites da sua condição e função, aqueles que ultrapassam os limites das regras e da verdade, caem na tentação totalitária. E o totalitarismo pode afetar o pensamento e a conduta tanto política, como jornalística, como judiciária", rematou.
Temos um problema de totalitarismo e de violação de regras na comunicação social. A liberdade de informação existe para beneficiar os cidadãos e não a comunicação social. O povo não escolheu os jornalistas como seus representantes. No entanto os jornalistas comportam-se como se fosse assim. Eles acham que podem decidir com opacidade, pela calada, arbitrariamente e de acordo com os interesses deles, o que milhões de cidadãos devem e não devem saber. Há censura apesar dela ser ilegal. Eles controlam a informação como acontece nos regimes onde há ditaduras.
Quem escrutina a comunicação social?
Nos comentários a seguir à notícia, por não ser possível ter acesso à averiguação preventiva, falaram em opacidade e que assim os jornalistas não têm forma de escrutinar o que foi feito. Também os cidadãos não vão saber. Mas o mesmo acontece na comunicação social. Há opacidade e dificilmente alguém os consegue escrutinar. Como eles controlam a informação, não vão publicar o que é contra eles. Assim os cidadãos não vão saber. Também nos comentários disseram que pode ficar em leitura errada em relação aquilo que é a realidade. Mais uma vez isto também se aplica à comunicação social. Como não sabemos o que acontece mas o que eles mostram, ficamos com uma ideia errada da realidade. Portanto os jornalistas acham que são Deus ou seres superiores aos outros. Eles só têm direitos! Nada de deveres!
Como disse Luís Montenegro, o escrutínio jornalístico, eu acrescento dos poderes, é essencial à democracia. Eu acrescento à civilização. Mas nisto têm de haver regras claras, transparência e prestação de contas. Os jornalistas não sendo Deus e sendo também um poder, podem também ser uma parte do problema. E são.
Diz: Nunca tão poucos tiveram tanta capacidade de informar, desinformar e influenciar os eleitores.
Mas não são só os eleitores, são os cidadãos em geral. Eu não consegui ver todo o artigo, mas penso que a autor se está a referir às televisões. De facto temos um problema bem grave. A comunicação social e em especial as televisões, são os donos disto tudo (DDT). Dificilmente algo se sabe se eles não mostrarem e passa a existir apenas o que eles mostram. Eles criam a realidade e formatam as pessoas. É a realidade que lhes convém criar! Até a civilização está em perigo. Tal como mostro mais em baixo, o autor também fala em desinformação na comunicação social. Ainda bem que o diz.
Muito grave o que se passa na comunicação social. Portugal parece um país do terceiro mundo ou ainda pior. A Lei diz que os cidadãos têm o direito a serem informados e proíbe qualquer tipo ou forma de censura. Portanto temos de ser informados sobre a realidade ou o que acontece, desde que tenha relevância. Entretenimento, publicidade ou coisas banais não são notícias. Mas o que se verifica é que apenas somos informados sobre a parte que interessa à comunicação social que seja do nosso conhecimento. Assim não somos informados, mas manipulados e enganados. Há censura, a Lei está a ser violada e a ERC fecha os olhos a isto e à manipulação de milhões de cidadãos. Se como indico a seguir, a defesa da liberdade de informação foi Prémio Nobel da Paz, é porque é algo importante para o bem da Humanidade. Ora a manipulação de milhões de cidadãos jamais poderia ser Prémio Nobel da Paz.
Maria Ressa "usa a liberdade de expressão para expor o abuso de poder, o uso da violência e o autoritarismo crescente no seu país de origem, as FIlipinas", jus fica a a Academia. Dmitry Muratov é dis nguido por há "décadas defender a liberdade de expressão na Rússia, em condições cada vez mais desafiantes".
Ressa e Muratov representam todos os jornalistas "que se erguem por este ideal num mundo em que a democracia e a liberdade de imprensa enfrentam condições cada vez mais adversas".
O presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas diz que não podia estar mais satisfeito com a atribuição deste prémio, considerando que "a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
“No mundo e em Portugal temos que estar muito atentos porque uma liberdade de imprensa forte é essencial para a democracia e para os direitos humanos”, remata Pedro Neto.
A notícia fala nas Filipinas e na Rússia, mas cá quem quiser expor abusos de poder ou lutar pela liberdade de informação, enfrenta muitas dificuldades. Isto porque além das pessoas terem pouca cultura, uma mentalidade atrasada e serem individualistas, nada lhes interessa a não ser que tenham directamente algo a ganhar com isso, a comunicação social controla quase tudo. Quando a comunicação social é uma parte importante do problema, é muito difícil denunciar algo.
A notícia também diz:
O presidente do Conselho Europeu acrescentou ainda que a atribuição do galardão pelo Comité Nobel norueguês é “um sinal importante para a liberdade de imprensa – um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Portanto Portugal ainda não é uma democracia porque não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia, um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Já que o presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas disse:
"a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
Não admira assim que a desinformação esteja neste momento a ganhar terreno!
O que anda a fazer o Sindicato dos Jornalistas e a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC)? Eles veem só o que lhes interessa ver! A ERC tem o dever de cumprir a Lei e zelar pelo interesse público.
Eu andei a investigar a área da comunicação social e estou a denunciar factos preocupantes nos vários posts "Um "polvo" na comunicação social" e "Comunicação social, um "cancro" na sociedade", em especial este; Um "polvo" na comunicação social (parte 7). Eu chamei "Um "polvo" na comunicação social" devido à extensão do problema, pois não inclui apenas a comunicação social.
Depois do 25 de Abril a censura passou a ser proibida. E nisto a lei é bem clara. No entanto a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada para não sabermos uma parte do que acontece. Mas a parte mais grave é que este comportamento ilegal e lesivo para os cidadãos, tem a cobertura de algumas entidades reguladoras.
A comunicação social que temos é um "cancro" na sociedade pois em vez de só informar, também desinforma, manipula, censura, engana e estupidifica. Nós não sabemos o que acontece, mas o que eles querem porque isso é do interesse deles. Somos marionetas. Perceberam ou é complicado? Notícia passou a ser tudo e nada incluindo entretenimento e publicidade. Os noticiários passaram a ser programas para alguns ocuparem o tempo livre e se distraírem. A manipulação é tanta que temos de saber tudo o que acontece nos outros países mesmo que sejam assuntos internos desses países. Actualmente sabemos tudo, só não sabemos uma parte do que acontece cá e que normalmente é o mais importante.
É preciso que o número de pessoas incultas, idiotas e que dão valor a nada, aumente. Não há almoços grátis! Acordem!
Infelizmente alguns olham para este blogue como "Um burro a olhar para um palácio". Deviam sentir-se mal. Uma pedra não sente. Este blogue é para humanos e para pessoas cultas, adultas e que não andem no mundo por verem andar os outros. Eu fui claro e assim espero o que percebam o que disse.
É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las que foram enganadas. (Mark Twain)
Pior do que um povo cego é um povo estúpido, pois o cego ainda ouve. (Kabral Araujo)
O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos. (Simone de Beauvoir)
A manipulação é tanta que temos de saber tudo o que acontece no mundo. Só não sabemos tudo o que acontece cá e que normalmente é o mais importante. Os jornalistas que se acham iluminados decidiram que devemos saber isto e falam nisto há vários dias. Também temos de saber o que os australianos dizem sobre o assunto.
Isto que aconteceu é bom para manter alguns ocupados e longe do que acontece cá. Também serve para iludir passando a imagem que a comunicação social se preocupa com os outros, quando eles tal como muitos outros, estão preocupados com eles mesmos. Se eles se preocupassem com os outros, não ocultavam/censuravam uma parte do que acontece cá. Isto além de ser ilegal pois a censura está proibida, é uma forma de desinformação e de enganar.
Onde diz: Criticar, combater e denunciar o falso e o mau jornalismo é uma exigência ética do jornalismo e dos jornalistas, afirmou Valdemar Cruz.
Eu digo mais, criticar, combater e denunciar o falso e o mau jornalismo é uma exigência ética, humana e civilizacional de todos os cidadãos. Como é possível no ano 2025 a humanidade estar tão atrasada em áreas fundamentais!
Em Portugal não há liberdade de informação, mas conhecida por liberdade de imprensa. O que há em Portugal é liberdade para a imprensa fazer praticamente tudo o que quer. Não é isto que a lei diz, mas é isto que acontece.
Eu andei a investigar a área da comunicação social e estou a denunciar factos preocupantes nos vários posts "Um "polvo" na comunicação social" e "Comunicação social, um "cancro" na sociedade", em especial este; Um "polvo" na comunicação social (parte 7). Eu chamei "Um "polvo" na comunicação social" devido à extensão do problema, pois não inclui apenas a comunicação social.
Depois do 25 de Abril a censura passou a ser proibida. E nisto a lei é bem clara. No entanto a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada para não sabermos uma parte do que acontece. Mas a parte mais grave é que este comportamento ilegal e lesivo para os cidadãos, tem a cobertura de algumas entidades reguladoras.
Muito grave o que se passa com a comunicação social.
A comunicação social que temos é um "cancro" na sociedade.
Na minha publicação, Artigo demolidor, vemos que a autora do artigo inicial, disse:
Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros.
Einstein disse que a estupidez humana é infinita. Como eu o compreendo! E nisto os portugueses devem ser os campeões.
Portugal ainda não é uma democracia porque além de outras coisas, não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia. E não há liberdade de informação porque a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada. A censura é também uma forma de desinformação. E da pior porque é feita pela calada. Infelizmente muitos ainda não perceberam que a comunicação social que temos controla e determina o que devemos saber, como acontece nos regimes onde há ditaduras.
Infelizmente alguns olham para este blogue como "Um burro a olhar para um palácio". Deviam sentir-se mal. Uma pedra não sente. Este blogue é para humanos e para pessoas cultas, adultas e que não andem no mundo por verem andar os outros. Eu fui claro e assim espero o que percebam o que disse.
É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las que foram enganadas. (Mark Twain)
Pior do que um povo cego é um povo estúpido, pois o cego ainda ouve. (Kabral Araujo)
O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos. (Simone de Beauvoir)
Diz: Nunca tão poucos tiveram tanta capacidade de informar, desinformar e influenciar os eleitores.
Mas não são só os eleitores, são os cidadãos em geral. Eu não consegui ver todo o artigo, mas penso que a autor se está a referir às televisões. De facto temos um problema bem grave. A comunicação social e em especial as televisões, são os donos disto tudo (DDT). Dificilmente algo se sabe se eles não mostrarem e passa a existir apenas o que eles mostram. Eles criam a realidade e formatam as pessoas. É a realidade que lhes convém criar! Até a civilização está em perigo. Tal como mostro mais em baixo, o autor também fala em desinformação na comunicação social. Ainda bem que o diz.
Muito grave o que se passa na comunicação social. Portugal parece um país do terceiro mundo ou ainda pior. A Lei diz que os cidadãos têm o direito a serem informados e proíbe qualquer tipo ou forma de censura. Portanto temos de ser informados sobre a realidade ou o que acontece, desde que tenha relevância. Entretenimento, publicidade ou coisas banais não são notícias. Mas o que se verifica é que apenas somos informados sobre a parte que interessa à comunicação social que seja do nosso conhecimento. Assim não somos informados, mas manipulados e enganados. Há censura, a Lei está a ser violada e a ERC fecha os olhos a isto e à manipulação de milhões de cidadãos. Se como indico a seguir, a defesa da liberdade de informação foi Prémio Nobel da Paz, é porque é algo importante para o bem da Humanidade. Ora a manipulação de milhões de cidadãos jamais poderia ser Prémio Nobel da Paz.
Maria Ressa "usa a liberdade de expressão para expor o abuso de poder, o uso da violência e o autoritarismo crescente no seu país de origem, as FIlipinas", jus fica a a Academia. Dmitry Muratov é dis nguido por há "décadas defender a liberdade de expressão na Rússia, em condições cada vez mais desafiantes".
Ressa e Muratov representam todos os jornalistas "que se erguem por este ideal num mundo em que a democracia e a liberdade de imprensa enfrentam condições cada vez mais adversas".
O presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas diz que não podia estar mais satisfeito com a atribuição deste prémio, considerando que "a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
“No mundo e em Portugal temos que estar muito atentos porque uma liberdade de imprensa forte é essencial para a democracia e para os direitos humanos”, remata Pedro Neto.
A notícia fala nas Filipinas e na Rússia, mas cá quem quiser expor abusos de poder ou lutar pela liberdade de informação, enfrenta muitas dificuldades. Isto porque além das pessoas terem pouca cultura, uma mentalidade atrasada e serem individualistas, nada lhes interessa a não ser que tenham directamente algo a ganhar com isso, a comunicação social controla quase tudo. Quando a comunicação social é uma parte importante do problema, é muito difícil denunciar algo.
A notícia também diz:
O presidente do Conselho Europeu acrescentou ainda que a atribuição do galardão pelo Comité Nobel norueguês é “um sinal importante para a liberdade de imprensa – um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Portanto Portugal ainda não é uma democracia porque não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia, um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Já que o presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas disse:
"a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
Não admira assim que a desinformação esteja neste momento a ganhar terreno!
O que anda a fazer o Sindicato dos Jornalistas e a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC)? Eles veem só o que lhes interessa ver! A ERC tem o dever de cumprir a Lei e zelar pelo interesse público.
Eu andei a investigar a área da comunicação social e estou a denunciar factos preocupantes nos vários posts "Um "polvo" na comunicação social" e "Comunicação social, um "cancro" na sociedade", em especial este; Um "polvo" na comunicação social (parte 7). Eu chamei "Um "polvo" na comunicação social" devido à extensão do problema, pois não inclui apenas a comunicação social.
Depois do 25 de Abril a censura passou a ser proibida. E nisto a lei é bem clara. No entanto a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada para não sabermos uma parte do que acontece. Mas a parte mais grave é que este comportamento ilegal e lesivo para os cidadãos, tem a cobertura de algumas entidades reguladoras.
Portugal ainda não é uma democracia porque além de outras coisas, não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia. E não há liberdade de informação porque a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada. A censura é também uma forma de desinformação. E da pior porque é feita pela calada. Infelizmente muitos ainda não perceberam que a comunicação social que temos controla e determina o que devemos saber, como acontece nos regimes onde há ditaduras.
Infelizmente alguns olham para este blogue como "Um burro a olhar para um palácio". Deviam sentir-se mal. Uma pedra não sente. Este blogue é para humanos e para pessoas cultas, adultas e que não andem no mundo por verem andar os outros. Eu fui claro e assim espero o que percebam o que disse.
É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las que foram enganadas. (Mark Twain)
Pior do que um povo cego é um povo estúpido, pois o cego ainda ouve. (Kabral Araujo)
O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos. (Simone de Beauvoir)
A manipulação é tanta que a comunicação social publica carradas de informação insignificante ou mesmo não notícias e entretenimento, e censura uma parte do que é importante. Temos de saber tudo o que acontece no mundo! Só não sabemos tudo o que acontece cá e que normalmente é o mais importante. É preciso iludir, estupidificar e passar a imagem que não há censura. Somos marionetas. Perceberam? Parece que há muitos idiotas que não se importam de serem marionetas ou fantoches!
Vejam o que os jornalistas que se acham iluminados decidiram que devemos saber!
Não percebo porque devemos saber isto uma vez que não aconteceu cá nem podemos fazer nada. Mesmo em relação ao que acontece cá, é frequente a comunicação social achar que devemos saber que alguns morreram de causas naturais devido à idade, quando isto é comum e normal. É preciso manter as pessoas ocupadas com futilidades!
Também ontem à noite, dia de greve geral, um canal de televisão estava a fazer um directo do Parlamento, quando a determinada altura uma pessoa aproximou-se e apareceu com a cara no directo. A seguir o apresentador do noticiário mostrou o seu desagradado e disse que não tinha piada. Mas esqueceu-se que eles mostram carradas de informação insignificante, entretenimento e publicidade nos noticiários, e isto também desagrada aos telespectadores. As televisões já têm um espaço próprio para o entretenimento e a publicidade. Os jornalistas acham que são pessoas superiores às outras que é só têm direitos.
Muito grave o que se passa na comunicação social. Portugal parece um país do terceiro mundo ou ainda pior. A Lei diz que os cidadãos têm o direito a serem informados e proíbe qualquer tipo ou forma de censura. Portanto temos de ser informados sobre a realidade ou o que acontece, desde que tenha relevância. Entretenimento, publicidade ou coisas banais não são notícias. Mas o que se verifica é que apenas somos informados sobre a parte que interessa à comunicação social que seja do nosso conhecimento. Assim não somos informados, mas manipulados e enganados. Há censura, a Lei está a ser violada e a ERC fecha os olhos a isto e à manipulação de milhões de cidadãos. Se como indico a seguir, a defesa da liberdade de informação foi Prémio Nobel da Paz, é porque é algo importante para o bem da Humanidade. Ora a manipulação de milhões de cidadãos jamais poderia ser Prémio Nobel da Paz.
Maria Ressa "usa a liberdade de expressão para expor o abuso de poder, o uso da violência e o autoritarismo crescente no seu país de origem, as FIlipinas", jus fica a a Academia. Dmitry Muratov é dis nguido por há "décadas defender a liberdade de expressão na Rússia, em condições cada vez mais desafiantes".
Ressa e Muratov representam todos os jornalistas "que se erguem por este ideal num mundo em que a democracia e a liberdade de imprensa enfrentam condições cada vez mais adversas".
O presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas diz que não podia estar mais satisfeito com a atribuição deste prémio, considerando que "a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
“No mundo e em Portugal temos que estar muito atentos porque uma liberdade de imprensa forte é essencial para a democracia e para os direitos humanos”, remata Pedro Neto.
A notícia fala nas Filipinas e na Rússia, mas cá quem quiser expor abusos de poder ou lutar pela liberdade de informação, enfrenta muitas dificuldades. Isto porque além das pessoas terem pouca cultura, uma mentalidade atrasada e serem individualistas, nada lhes interessa a não ser que tenham directamente algo a ganhar com isso, a comunicação social controla quase tudo. Quando a comunicação social é uma parte importante do problema, é muito difícil denunciar algo.
A notícia também diz:
O presidente do Conselho Europeu acrescentou ainda que a atribuição do galardão pelo Comité Nobel norueguês é “um sinal importante para a liberdade de imprensa – um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Portanto Portugal ainda não é uma democracia porque não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia, um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Já que o presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas disse:
"a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
Não admira assim que a desinformação esteja neste momento a ganhar terreno!
O que anda a fazer o Sindicato dos Jornalistas e a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC)? Eles veem só o que lhes interessa ver! A ERC tem o dever de cumprir a Lei e zelar pelo interesse público.
Eu andei a investigar a área da comunicação social e estou a denunciar factos preocupantes nos vários posts "Um "polvo" na comunicação social" e "Comunicação social, um "cancro" na sociedade", em especial este; Um "polvo" na comunicação social (parte 7). Eu chamei "Um "polvo" na comunicação social" devido à extensão do problema, pois não inclui apenas a comunicação social.
Depois do 25 de Abril a censura passou a ser proibida. E nisto a lei é bem clara. No entanto a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada para não sabermos uma parte do que acontece. Mas a parte mais grave é que este comportamento ilegal e lesivo para os cidadãos, tem a cobertura de algumas entidades reguladoras.
Portugal ainda não é uma democracia porque além de outras coisas, não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia. E não há liberdade de informação porque a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada. A censura é também uma forma de desinformação. E da pior porque é feita pela calada. Infelizmente muitos ainda não perceberam que a comunicação social que temos controla e determina o que devemos saber, como acontece nos regimes onde há ditaduras.
Infelizmente alguns olham para este blogue como "Um burro a olhar para um palácio". Deviam sentir-se mal. Uma pedra não sente. Este blogue é para humanos e para pessoas cultas, adultas e que não andem no mundo por verem andar os outros. Eu fui claro e assim espero o que percebam o que disse.
É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las que foram enganadas. (Mark Twain)
Pior do que um povo cego é um povo estúpido, pois o cego ainda ouve. (Kabral Araujo)
O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos. (Simone de Beauvoir)
A manipulação é tanta que a comunicação social publica carradas de informação insignificante ou mesmo não notícias e entretenimento, e censura uma parte do que é importante. Temos de saber tudo o que acontece no mundo! Só não sabemos tudo o que acontece cá e que normalmente é o mais importante. É preciso iludir, estupidificar e passar a imagem que não há censura. Somos marionetas. Perceberam? Parece que há muitos idiotas que não se importam de serem marionetas ou fantoches!
Vejam o que os jornalistas que se acham iluminados decidiram que devemos saber!
Uma coisa é sabermos o que aconteceu e nisto concordo que devemos saber. Devemos sempre saber o que o poder faz em especial o poder absoluto. Outra é sabermos que a mulher e o filho o foram visitar, pois isto é normal e não tem substância.
Muito grave a comunicação social que temos. Portugal parece um país do terceiro mundo ou ainda pior. A Lei diz que os cidadãos têm o direito a serem informados e proíbe qualquer tipo ou forma de censura. Portanto temos de ser informados sobre a realidade ou o que acontece, desde que tenha relevância. Entretenimento, publicidade ou coisas banais não são notícias. Mas o que se verifica é que apenas somos informados sobre a parte que interessa à comunicação social que seja do nosso conhecimento. Assim não somos informados, mas manipulados e enganados. A Lei está a ser violada e a ERC fecha os olhos a isto e à manipulação de milhões de cidadãos. Se como indico a seguir, a defesa da liberdade de informação foi Prémio Nobel da Paz, é porque é algo importante para o bem da Humanidade. Ora a manipulação de milhões de cidadãos jamais poderia ser Prémio Nobel da Paz.
Maria Ressa "usa a liberdade de expressão para expor o abuso de poder, o uso da violência e o autoritarismo crescente no seu país de origem, as FIlipinas", jus fica a a Academia. Dmitry Muratov é dis nguido por há "décadas defender a liberdade de expressão na Rússia, em condições cada vez mais desafiantes".
Ressa e Muratov representam todos os jornalistas "que se erguem por este ideal num mundo em que a democracia e a liberdade de imprensa enfrentam condições cada vez mais adversas".
O presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas diz que não podia estar mais satisfeito com a atribuição deste prémio, considerando que "a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
“No mundo e em Portugal temos que estar muito atentos porque uma liberdade de imprensa forte é essencial para a democracia e para os direitos humanos”, remata Pedro Neto.
A notícia fala nas Filipinas e na Rússia, mas cá quem quiser expor abusos de poder ou lutar pela liberdade de informação, enfrenta muitas dificuldades. Isto porque além das pessoas terem pouca cultura, uma mentalidade atrasada e serem individualistas, nada lhes interessa a não ser que tenham directamente algo a ganhar com isso, a comunicação social controla quase tudo. Quando a comunicação social é uma parte importante do problema, é muito difícil denunciar algo.
A notícia também diz:
O presidente do Conselho Europeu acrescentou ainda que a atribuição do galardão pelo Comité Nobel norueguês é “um sinal importante para a liberdade de imprensa – um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Portanto Portugal ainda não é uma democracia porque não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia, um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Já que o presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas disse:
"a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
Não admira assim que a desinformação esteja neste momento a ganhar terreno!
O que anda a fazer o Sindicato dos Jornalistas e a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC)? Eles veem só o que lhes interessa ver! A ERC tem o dever de cumprir a Lei e zelar pelo interesse público.
Eu andei a investigar a área da comunicação social e estou a denunciar factos preocupantes nos vários posts "Um "polvo" na comunicação social" e "Comunicação social, um "cancro" na sociedade", em especial este; Um "polvo" na comunicação social (parte 7). Eu chamei "Um "polvo" na comunicação social" devido à extensão do problema, pois não inclui apenas a comunicação social.
Depois do 25 de Abril a censura passou a ser proibida. E nisto a lei é bem clara. No entanto a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada para não sabermos uma parte do que acontece. Mas a parte mais grave é que este comportamento ilegal e lesivo para os cidadãos, tem a cobertura de algumas entidades reguladoras.
Portugal ainda não é uma democracia porque além de outras coisas, não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia. E não há liberdade de informação porque a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada. A censura é também uma forma de desinformação. E da pior porque é feita pela calada. Infelizmente muitos ainda não perceberam que a comunicação social que temos controla e determina o que devemos saber, como acontece nos regimes onde há ditaduras.
Infelizmente alguns olham para este blogue como "Um burro a olhar para um palácio". Deviam sentir-se mal. Uma pedra não sente. Este blogue é para humanos e para pessoas cultas, adultas e que não andem no mundo por verem andar os outros. Eu fui claro e assim espero o que percebam o que disse.
É mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las que foram enganadas. (Mark Twain)
Pior do que um povo cego é um povo estúpido, pois o cego ainda ouve. (Kabral Araujo)
O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos. (Simone de Beauvoir)
A manipulação é tanta que a comunicação social publica carradas de não notícias e entretenimento, coisas banais e insignificantes, e censura uma parte do que é importante. Temos de saber tudo o que acontece no mundo! Só não sabemos tudo o que acontece cá e que normalmente é o mais importante. É preciso iludir, estupidificar e passar a imagem que não há censura. Somos marionetas. Perceberam? Parece que há muitos idiotas que não se importam de serem marionetas ou fantoches!
Vejam o que os jornalistas que se acham iluminados decidiram que devemos saber!
Muito grave a comunicação social que temos. Tudo e nada é notícia incluindo entretenimento e publicidade. Isto não pode ser legal. Tem de haver uma definição do que podem mostrar nos noticiários, pois caso contrário eles podiam mostrar apenas entretenimento e publicidade, e cumpriam o serviço a que estão obrigados. Portugal parece um país do terceiro mundo ou ainda pior.
A Lei diz que os cidadãos têm o direito a serem informados e proíbe a censura. Portanto temos de ser informados sobre a realidade ou o que acontece, desde que tenha relevância. Entretenimento e publicidade não são notícias. Mas o que se verifica é que os cidadãos apenas são informados sobre a parte que interessa à comunicação social que seja do nosso conhecimento. Assim não somos informados, mas manipulados. A Lei está a ser violada e a ERC fecha os olhos a isto e à manipulação de milhões de cidadãos. Se como indico a seguir, a defesa da liberdade de informação foi Prémio Nobel da Paz, é porque é algo importante para o bem da Humanidade. Ora a manipulação de milhões de cidadãos nunca poderia ser Prémio Nobel da Paz.
Maria Ressa "usa a liberdade de expressão para expor o abuso de poder, o uso da violência e o autoritarismo crescente no seu país de origem, as FIlipinas", jus fica a a Academia. Dmitry Muratov é dis nguido por há "décadas defender a liberdade de expressão na Rússia, em condições cada vez mais desafiantes".
Ressa e Muratov representam todos os jornalistas "que se erguem por este ideal num mundo em que a democracia e a liberdade de imprensa enfrentam condições cada vez mais adversas".
O presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas diz que não podia estar mais satisfeito com a atribuição deste prémio, considerando que "a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
“No mundo e em Portugal temos que estar muito atentos porque uma liberdade de imprensa forte é essencial para a democracia e para os direitos humanos”, remata Pedro Neto.
A notícia fala nas Filipinas e na Rússia, mas cá quem quiser expor abusos de poder ou lutar pela liberdade de informação, enfrenta muitas dificuldades. Isto porque além das pessoas terem pouca cultura, uma mentalidade atrasada e serem individualistas, nada lhes interessa a não ser que tenham directamente algo a ganhar com isso, a comunicação social controla quase tudo. Quando a comunicação social é uma parte importante do problema, é muito difícil denunciar algo.
A notícia também diz:
O presidente do Conselho Europeu acrescentou ainda que a atribuição do galardão pelo Comité Nobel norueguês é “um sinal importante para a liberdade de imprensa – um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Portanto Portugal ainda não é uma democracia porque não há liberdade de informação, que é um dos pilares da democracia, um valor central europeu e uma condição para a democracia.
Já que o presidente da direção do Sindicato dos Jornalistas disse:
"a desinformação está neste momento a ganhar terreno e furiosamente até a corroer alguns dos pilares da democracia".
Não admira assim que a desinformação esteja neste momento a ganhar terreno!
O que anda a fazer o Sindicato dos Jornalistas e a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC)? Eles veem só o que lhes interessa ver! A ERC tem o dever de cumprir a Lei e zelar pelo interesse público.
Eu andei a investigar a área da comunicação social e estou a denunciar factos preocupantes nos vários posts "Um "polvo" na comunicação social" e "Comunicação social, um "cancro" na sociedade", em especial este; Um "polvo" na comunicação social (parte 7). Eu chamei "Um "polvo" na comunicação social" devido à extensão do problema, pois não inclui apenas a comunicação social.
Depois do 25 de Abril a censura passou a ser proibida. E nisto a lei é bem clara. No entanto a comunicação social pratica censura ilegalmente e pela calada para não sabermos uma parte do que acontece. Mas a parte mais grave é que este comportamento ilegal e lesivo para os cidadãos, tem a cobertura de algumas entidades reguladoras.